Costa Amalfitana

Alguns segredos e dicas sobre esse lugar lindo!

Fonte: www.viagem.uol.com.br

A paisagem é o grande cartão de visitas da região: de seu calmo mar verde-esmeralda erguem-se, abruptamente, montanhas acidentadas que abrigam farta natureza mediterrânea e chegam aos 500 metros de altura. Neste caminho entre a água e o céu surgem, penduradas sobre as encostas, as quase 20 vilas que compõem a Costa Amalfitana. Os nomes são italianíssimos (Atrani, Positano, Ravello, Praiano, Maiore, Minori, Nocelle, Amalfi) e representam a alma de um lugar que sintetiza, como poucos locais na Itália, todo o significado da filosofia da "dolce vita".

A Costa Amalfitana percorre quase 60 quilômetros nas margens do Mar Mediterrâneo e, em um passeio pela região, o turista poderá se bronzear como um ator de cinema italiano, comer como um chefão da Cosa Nostra (ou da Camorra, entidade mafiosa mais atuante nos entornos de Nápoles) e explorar igrejas sentindo-se o mais sortudo dos arqueólogos.

O lugar é ponto de veraneio de celebridades do mundo inteiro, mas não é um destino só para milionários. Na região, turistas menos abastados podem andar tranquilamente de ônibus (uma passagem custa um par de euros) e dormir em hotéis e pousadas cujas diárias cabem no bolso (na vila de Atrani, por exemplo, há quartos duplos custando cerca de 50 euros). E na hora em que a fome bater, é só buscar -- e encontrar facilmente -- algum restaurante de baixo custo, onde uma refeição individual, contando com uma deliciosa massa e uma garrafa de vinho tinto, dificilmente sai por mais de 25 euros.

Porém, independentemente de seu orçamento, uma coisa é certa: a Costa Amalfitana é o tipo de lugar que deve ser explorado de mãos dadas com a pessoa amada.

Abaixo, cinco locais imperdíveis (e absurdamente românticos) da região:

  • Marcel Vincenti/UOL

    Turistas nadam em praia de Amalfi, um dos mais famosos destinos da Costa Amalfitana

Amalfi
Importante cidade portuária do Mediterrâneo entre os século 9 e 12 a.C., Amalfi é uma das cidades mais famosas de toda a Costa Amalfitana: exibe a piazza (praça) mais bela de toda a região (com lindos cafés e uma fonte coberta por querubins) e a igreja Duomo di Sant'Andrea, acessível por uma escada de 62 degraus e dona de uma arquitetura única, com influências árabes, bizantinas, barrocas e normandas. O templo começou a ser construído no século 10 e hoje abriga duas basílicas, um Museu Diocesano, afrescos de Vincenzo de Pino e uma belíssima pintura da crucificação de Cristo feita pelo artista napolitano Roberto Oderisi. Ao lado do Duomo di San Andrea encontra-se o “Claustro do Paraíso” (Chiostro di Paradiso), construção erguida no século 13 para abrigar as sepulturas das famílias nobres da região.

Na área de Amalfi o turista também pode visitar o Museo della Carta, que abriga uma das mais antigas fábricas de papel da Europa, e a Grotta dello Smeraldo -- gruta onde a água do mar ganha uma cor azul intensa e que fascina quem a visita.

Além disso, Amalfi exibe uma das melhores praias da região: apesar de haver pedras no lugar da areia, o mar é calmo e perfeito para o banho, e o turista não paga nada para tomar sol sobre a sua orla. Há cadeiras e guarda-sol para alugar, e os restaurantes locais vendem deliciosos panini (sanduíches), pizzas e cervejas Moretti por preços acessíveis. Em Amalfi, não deixe de provar o famoso limoncello, bebida alcoólica feita com os limões colhidos na Costa Amalfitana.

Atrani
Atrani está a 15 minutos de caminhada de Amalfi e, apesar de sua beleza, ainda não foi descoberta pelo turismo de massa. Sorte dos poucos viajantes que decidem explorá-la. Atrani abriga uma agradável piazza recheada de cafés e restaurantes, além de um dos mais belos campanários da região. Em agosto, é realizada na vila a tradicional “Festa do Peixe Azul”, promovida pelos pescadores locais e que envolve desgustações de comida, shows de música e saraus. A praia de Atrani não é das mais atraentes, mas vale a pena se hospedar na vila e usá-la como ponto de partida de explorações pela região. Amalfi está logo ali ao lado e na frente de Atrani passam ônibus que percorrem toda a costa. Para hospedagem extremamente barata, fique no hostel A'Scalinatella.

  • Marcel Vincenti/UOL

    Iates e igrejas ancestrais dividem a paisagem na Costa Amalfitana, no sul da Itália

Positano
Junto com Amalfi, Positano é a grande vedete da Costa Amalfitana. Suas vielas românticas, muitas fechadas ao trânsito das Ferraris que circulam pela área, congregam lojas de artesanatos e caros restaurantes. Não deixe de visitar, na agradável praça Flavio Gioigia, a bela igreja de Santa Maria Assunta, erguida no século 5 em homenagem a San Vito e que abriga a famosa estátua bizantina de uma Madonna negra, além belíssimas pinturas sacras.

Positano tem duas praias perfeitas para o banho: a Spiaggia del Fornillo e a Spiaggia Grande – desta última saem barcos com destino à ilha de Capri. Para quem quiser passar o dia se bronzeando, um aviso: no local, o aluguel de guarda-sol e cadeiras são caros (mais de 20 euros pelo kit). Então, considere levar um canga e um chapéu caso o dinheiro esteja curto. E, caso o dinheiro esteja sobrando, invista-o em um refeição inesquecível no restaurante Lo Guarracino, que, além de um ambiente extremamente agradável, oferece deliciosos pratos à base de frutos do mar.

Nocelle
Nocelle é um destino ideal para quem quiser fugir do movimento turístico da Costa Amalfitana. A vila (que faz parte de Positano) está no topo de uma das mais altas montanhas da região (a quase 500 metros de altitude) e oferece paisagens amplas do Mar Mediterrâneo. A ela se chega a partir de Positano (há ônibus de linha que fazem a viagem) e, no local, o turista poderá fazer belas caminhadas entre silenciosas vielas e pequenos vinhedos.

Nocelle faz parte da famosa rota "Sentiero Degli Dei" (Trilha dos Deuses), que cruza cerca de 13 km da Costa Amalfitana, entre montanhas, oliveiras, vinhedos e outras paisagens espetaculares. Muitos dos caminhantes (e muitos turistas atraídos pela paz de Nocelle) acabam passando a noite na vila. Caso você tome esta decisão, vale a pena se hospedar na pousada Bacio del Sole, instalada em uma bela casa histórica de Nocelle.

  • Homem admira o Mar Mediterrâneo do topo de construção histórica da vila de Ravello

Ravello
Situada em um dos pontos mais altos da Costa Amalfitana, Ravello já inspirou artistas como Richard Wagner e até hoje é um dos pontos mais atrativos da região. Além de oferecer vistas deslumbrantes da costa italiana, Ravello abriga uma igreja construída no final do século 11, uma piazza recheada de flores e cafés e a Villa Rufolo, construção histórica com jardins floridos perfeitos para um passeio.

Ravello é também sede de alguns dos principais festivais de música de Itália, realizados principalmente entre junho e setembro (o músico Toquinho foi um dos artistas brasileiros que já passaram por lá).

QUANDO IR

Julho e agosto são altíssima temporada na Costa Amalfitana: a época marca o alto verão europeu e as praias locais ficam lotadas -- aumentando os preços de hospedagem e alimentação exponencialmente. Maio, junho e setembro são os meses ideais para visitar a área: as temperaturas estão agradáveis, os preços tendem a ficar mais justos e há menos turistas nos quais esbarrar. É possível visitar a área durante o inverno europeu, mas muitos dos negócios das vilas estarão fechados.

 

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